Dicas&Toques 97 – Etiqueta Empresarial – VII / Happy-Hour Alegre, mas Sóbrio.

  1. dt97

D&T70

A educação e a gentileza são primordiais em todas as situações, são princípios de vida.
Isto se aplica também em reuniões mais rápidas e informais, como é o caso de uma Happy Hour. Então vamos falar um pouco sobre esse momento cada vez mais frequente nas grandes e médias cidades brasileiras, especialmente quando envolve um cliente. Estas são algumas orientações que damos aos nossos clientes sobre etiqueta empresarial e nos negócios:

1. Se possível, escolha um local próximo ao seu cliente já que, normalmente, o trânsito é um obstáculo neste horário e você não quer deixá-lo nervoso. O objetivo e exatamente o contrário: um clima de relaxamento e espontaneidade devem prevalecer. Em especial para ele.

2. Cuidado com locais muito escuros ou barulhentos, pois interferem na conversa e no perfeito entendimento. Lugares de aspecto duvidoso também podem dar margem a outras interpretações. Faça tudo o que puder para conhecer o tipo de frequência do lugar antes de marcar com seu cliente.

3. Moderação com a bebida é absolutamente fundamental. Se perceber que seu cliente está se excedendo ou tendo algum comportamento inadequado, diga que tem outro compromisso em seguida e encurte a reunião.

4. Também nunca beba “a seco”. Peça sempre alguma coisa para acompanhar, sejam porções de salgadinhos ou pequenas entradas, sempre de acordo com o gosto de seu cliente e de acordo com o que estiver bebendo. Mas sempre coisas leves. Não se esqueça de que não devem cortar o apetite do jantar caso isso esteja programado também.

5. O uso dos guardanapos é fundamental, principalmente nos casos em que se comem os salgadinhos. Nada pior do que conversar com alguém com a boca ou a ponta dos dedos engordurados. Bigode de chope também não é recomendável.

6. A conversa deve ser leve, informal, mas não íntima. Assuntos polêmicos, piadas e observações chulas devem ser evitadas a todo custo, mesmo que seu cliente entre nestes assuntos. Discretamente, desvie o tema. Se ele insistir, também discretamente, termine o encontro.

7. A menos que você tenha algum tipo de compromisso, deixe seu cliente à vontade e dê a entender que o tempo é dele. Fique atento e, quando ele manifestar a vontade de encerrar, imediatamente chame o garçom para fechar o serviço e dizer que a conta é sua.

Já falamos anteriormente, mas vale lembrar: não é porque o momento é de descontração que você pode tomar liberdades, abraçar o cliente, ficar pondo a mão no braço quando fala, etc. Mesmo nesse horário ele continua sendo cliente, não seu amigo.



Posted in:
Sobre o autor

André Ganzelevitch

avatar

André Ganzelevitch é consultor Empresarial e Profissional de Treinamento desde 1981.É autor de mais de 60 títulos de Programas de Treinamento, Workshops e Palestras para diversas entidades de apoio empresarial, para aplicação presencial e à distância.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *