Diverti / mento – A DIVERSÃO DO TREINAMENTO

  1. Trein MKT Digital 2012-04-14 Sab Almoço. 02
  2. Trein MKT Digital 2012-04-14 Sab. 01
  3. Trein MKT Digital 2012-04-14 Sab Almoço. 04
  4. Trein MKT Digital 2012-04-14 Sab Almoço. 05
  5. Trein MKT Digital 2012-04-14 Sab Almoço. 03
  6. Trein MKT Digital 2012-04-14 Sab. 06
  7. Trein MKT Digital 2012-04-14 Sab. 02

Em casa de ferreiro o espeto é de pau? Só quando o ferreiro não gosta do que faz ou o faz só por obrigação.

Nós, consultores, assim como fazemos e recomendamos aos nossos clientes, também nos treinamos regularmente. Não há novidade nisso.

O melhor nessas atividades é o grande prazer que elas nos proporcionam. E as razões para isso são muito claras e simples:

  1. Ninguém tem medo de perguntar.
  2. Ninguém tem vergonha de não saber.
  3. Repensar o que se julgava verdade absoluta é estimulante.
  4. Descobrir novas formas de fazer o cotidiano renova a visão do trabalho.
  5. Compartilhar conhecimentos com os colegas é gratificante.
  6. Estarmos juntos, por si só, é motivo de prazer e comemoração.

Esses são motivos muito fortes para mantermos tais eventos. Por isso lamentamos quando ao lidar com uma empresa cliente, constatamos que o hábito de treinamentos é tímido ou inexistente.

Em geral, nas empresas, os eventos internos de treinamento são associados a momentos pesados, desagradáveis, até constrangedores, além de serem percebidos como perda de tempo. Isto porque é comum que quem os organiza e ministra monte mais um evento para si mesmo do que para o público que pretende treinar. Gerentes e diretores que (talvez inconscientemente) desejam mais um “palco” para exibir-se do que um grupo ativo e participante. Profissionais que tem bom conhecimento técnico mas pouco prazer – e paciência – em transmiti-lo. Gestores que transformam o momento do treinamento numa espécie de fiscalização arrogante do conhecimento alheio. Ou simplesmente chefes que gostam de falar, falar, falar, falar… sem se importar com o interesse que seu conteúdo possa despertar. Em geral, nenhum.

Não é de se admirar que quando falamos de treinamento em algumas empresas a reação seja aversiva, resistente e temerosa.

Entretanto, quando temos sucesso na demonstração do verdadeiro espirito de um treinamento, mudam os participantes, mudam os gestores.

Basta pensar de lá pra cá. Ou seja, a partir do público a ser treinado, seus anseios, necessidades, hábitos, objetivos, para o desenho de um conteúdo coerente e eficaz.

É como acrescentar mais um prefixo à terminação “mento”. Assim:

TREINA

                 MENTO

DIVERTI

Treinamento é mudança de comportamento, não é???

Nada mais lúcido do que mudar a FORMA DE PENSAR sobre o que e como deve ser um treinamento.

 

 

 

 

 

 

 

Posted in:
Sobre o autor

André Ganzelevitch

avatar

André Ganzelevitch é consultor Empresarial e Profissional de Treinamento desde 1981.É autor de mais de 60 títulos de Programas de Treinamento, Workshops e Palestras para diversas entidades de apoio empresarial, para aplicação presencial e à distância.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *